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Melhor Política

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A liberdade 

Agosto 31, 2020

Sérgio Guerreiro

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Não nos podemos esquecer que a nossa liberdade pode ser posta em causa a qualquer momento e que por isso devemos manter um olho aberto e questionar sempre aqueles que de alguma forma parecem oprimir.

          Carolina Almeida, 20 anos , estudante.

                                        ///

       
A liberdade.

A que temos e não temos.

A crença que podemos mudar o mundo, ou melhor,  a crença que um simples ser não consegue mudar o mundo tem afetado o nosso mundo como um vírus de escala global, a crença de que o mudar o mundo não é fácil ou mudar a cabeça dos nossos líderes políticos não é fácil é uma completa falta de pensar pela sociedade atual. A culpa não é de um sistema inteiramente corrupto mas antes a falta de paciência para as gerações mais novas com necessidades diferentes das que as atualmente votam, a culpa é do atual pensamento que ronda a sociedade ou talvez a falta de percepção do que é ter a nossa liberdade inteiramente arrancada das nossas mãos e a nossa liberdade de expressão enjaulada graças a um poder político opressor. As gerações mais antigas têm necessidades e compreensões mais antigas, por vezes, são as que mais votam e por isso os líderes políticos vão refletir necessidades anteriores as que são realmente precisas no mundo atual. A culpa em parte é nossa por complicarmos os processos de votos ou mesmo dar-mos a querer que votar não é nada de mais. Não nos podemos esquecer que a nossa liberdade pode ser posta em causa a qualquer momento e que por isso devemos manter um olho aberto e questionar sempre aqueles que de alguma forma parecem oprimir. Ao votarmos todos, e quando falo de todos falo das gerações mais novas das gerações mais antigos e de todos aqueles que devem votar para que o mundo possa escolher de acordo com as necessidades da realidade um verdadeiro líder que represente bem os nossos ideais e mudar o mundo passo a passo através de eleições conscientes e responsáveis. Não nos podemos queixar que o governo é detestável quando nós a geração mais nova não nos mexemos até à mesa de voto para tentar mudar isso. Por isso votem, procurem informação de fontes verificadas e acima de tudo questionem todos aqueles que oprimem.

 

 

Ideologicamente correto.

Agosto 29, 2020

Sérgio Guerreiro

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É preciso relembrar aos portugueses o 25 de novembro ou as revisões constitucionais de 82 e 89, o período da integração europeia e, também por isso reformista, personificado por Cavaco Silva ou até, mais recentemente, o Ajustamento levado a cabo por um governo de emergência, PSD-CDS, na pior fase da História democrática portuguesa, que permitiu a recuperação financeira do país?"

          Bernardo Carrasqueiro , 20 anos, estudante de Tecnologias de Informação da Faculdade NOVA-IMS da Universidade Nova de Lisboa.

                                                          //


É certo que em Portugal se vive um clima político-ideológico baseado na ótica de que a convicção correta é ser de esquerda, dado que a direita representa a criatura mais infausta, sombria e ameaçadora do dito espectro político. Será que tal se deve ao passado histórico-político do nosso país? Será que tal se deve pela apropriação dos movimentos de defesa das minorias por certas posições ideológicas de esquerda? Será que tal se deve à falta de informação? Será porquê?

Em primeira análise, parece-me que a causa poderá residir no facto de asociedade portuguesa viver, de forma geral, agarrada a um passado anacrónico, com receito do (re)aparecimento de um movimento semelhante ao regime salazarista.  E, devido a esse medo, penso sermais inteligível, para os portugueses, tolerar a extrema esquerda do que, pelo contrário, a extrema direita – facto que compreendo com a maior da naturalidade e incontestabilidade. Veja-se, por exemplo, a reação nacional aquando dos momentos nos quais o Partido Comunista Português (PCP) não demonstra repúdio algum pela situação atual vivida na Bielorrússia, ou, até, quando este partido não se consegue demarcar (pelo contrário) dos regimes ditatoriais da Venezuela, Coreia do Norte ou Hong Kong. Será que se, por outro lado, fosse um partido de direita a tomar alguma posição análoga perante regimes ditatoriais, o povo português reagiria da mesma forma? Certamente que tal não sucederia. E, ainda, o que dizer da admiração saudosista do PCP demonstrada pela antiga URRS e pelos seus principais protagonistas, Estaline e Lenine? Um povo que tanto ostraciza a ideia do fascismo e o Estado Novo (apesar de esse tópico ser bastante discutível e, na minha opinião, ter sido uma ditadura com elementos fascistas, ou seja, fascizante, e não fascista), e bem, como é capaz de adotar uma posição de tal forma contemplativa e limitar-se a encolher os ombros quando um dos partidos mais importantes da democracia portuguesa assumeposições completamente antidemocráticas e lembra, com saudade, um regime que matou milhões de pessoas. Sendo assim, será o comunismo soviético menos condenável quando comparado com o nazismo? Segundo o Parlamento Europeu encontram-se em pé de igualdade. No entanto, o povo português parece não pensar de forma condizente.

Uma outra hipótese que considero pertinente é o facto de certas posições ideológicas de esquerda pretenderem transmitir a ideia de que os movimentos de defesa de minorias só a eles pertencem e que o capitalismo – e, por conseguinte, a direita – é a origem de todos os males do mundo. Este tipo de retórica faz com que muitos cidadãos, principalmente os mais jovens, acreditem de forma veemente nas ideias que referi, fomentando, dessa forma, a aversão à direita e aos respetivos partidos e candidatos. Este discurso, tantas vezes veiculado por elementos do Bloco de Esquerda não só abre a porta ao crescimento de radicalismos no nosso país (que depois tanto criticam no Partido Chega, e bem, porém, de forma hipócrita), como também passa uma ideia deletéria do que representa a direita democrática em Portugal, bem como o seu contributo para a sustentabilidade da democracia. É preciso relembrar aos portugueses o 25 de novembro ou as revisões constitucionais de 82 e 89, o período da integração europeia e, também por isso reformista, personificado por Cavaco Silva ou até, mais recentemente, o Ajustamento levado a cabo por um governo de emergência, PSD-CDS, na pior fase da História democrática portuguesa, que permitiu a recuperação financeira do país?

 

As questões não são de resposta fácil, mas dão aso a um debate pertinente que a direita moderada tem de o ter e levar para o centro daopinião pública, se quiser voltar a impor-se politicamente em Portugal. Concluindo, a mundividência transmite-nos uma realidade demasiado complexa para existir alguma ideologia que se possa considerar como acorreta. De modo a conhecer, de forma autêntica, as nossas convicções – sejam elas morais, políticas ou ideológicas – temos de interiorizar que estas limitam o nosso desejo de saber, pois tanto movimentos intelectuais de esquerda ou de direita ajudaram a construir a sociedade Ocidental tal como ela é hoje, ou seja, que nos fizeram ultrapassar um Ocidente acinzentado, transitando para um Ocidente democrático, próspero e pacífico. Desta forma, é importante deixarmos de lado as nossas convicções quando nos inserimos num processo de intelectualização, seja ele uma aula, palestra, leitura da obra de um teórico ou até uma conversa com um amigo . 

24 de Agosto de 1820

Agosto 24, 2020

Sérgio Guerreiro

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Deste de 1808, que Portugal não tinha o seu reino nem as suas as cortes no País. A rainha( D.Maria I) e o Príncipe-Regente D.João, que seria o futuro Rei D. João VI, "reinaria “ a partir do Brasil. Tudo para que Portugal conseguisse com a ajuda da Inglaterra, não fosse “aprisionado” pelas guerras napoleónicas.

Surge no Porto então a revolução Liberal, em Agosto de 1820. E porque razão a revolução nasce no Porto?

Essencialmente porque é uma revolução da então Burguesia, que são nomeadamente grandes  comerciantes localizados na invicta e  que estavam revoltados pela Corte de Portugal  estar no Brasil, mais propriamente no Rio de Janeiro.

Já em 1817, várias pessoas foram presas sob a acusação de conspirarem contra a vida de Beresford ( em 7 de março de 1809, terá sido escolhido pelo governo britânico, de acordo com o parecer do general Wellesley, para comandar o Exército português)  e contra a regência. A sentença foi dura: a execução de doze portugueses, incluindo Gomes Freire de Andrade. Esta atitude, longe de acalmar os ânimos, antes os exaltou. Em 22 de janeiro de 1818, Manuel Fernandes Tomás fundou no Porto uma associação secreta - o Sinédrio -, cuja atividade consistia em acompanhar a atividade política e intervir, se fosse caso disso.

E sendo que o Reino de Portugal não se encontrava em Portugal, quem é que cuidava de tudo isto? Era uma junta, representando o Rei, mas composta por Ingleses, que ajudaram Portugal a resistir a três invasões napoleónicas. Assim era de extra importância o poder que então se deu aos Ingleses.

A Burguesia, que já detinha algum poder económico, revoltou-se, especialmente por Portugal ter o seu Reino numa colónia (e não na metrópole)  e Portugal ser governado à distância  e por ingleses.

Assim a revolução de 1820 dá origem à Constituição de 1822. A chamada Constituição Liberal, onde são eleitos deputados de todo o império Português como também do Brasil, mas como estes demoraram tanto tempo a chegar que chegam mais ou menos ao mesmo tempo quando o Brasil declara a sua independência, oficialmente em 7 de Setembro de 1822. Foi assim que nasceu o famoso grito do Ipiranga.

D.Pedro, filho mais velho de D.João VI, lidera mesmo ele o processo de independência do Brasil, que por lá ficara em representação do Rei.

A Constituição de 1822, que começa com todo o Império, incluindo o Brasil, mas que termina sem. Uma Constituição Liberal prevendo uma só câmara.

Veja-se que só votava os homens que  tinham dinheiro para o fazer, o chamado voto censitário. Proclamava a Constituição de 1822 direitos pessoais e políticos e a preocupação com a propriedade e do livre comércio, sendo estes os principais objectivos da então burguesia e que dividia os poderes de Estado em : 

1- um parlamento que faz as Leis,

2- um governo que administra a coisa pública,

3- tribunais independentes que exercem o poder judicial.

O Rei . D.João VI, regressado do Brasil, jura toda a fidelidade à Constituição de 1822, mas o seu segundo filho, D.Miguel, mostra logo de início que não alinha nos princípios Constitucionais de 1822. Pela morte de D.João VI em 1826, sucede D.Pedro que era imperador no Brasil.

 

 

 

Também somos muitos bons na arte do “ reclamanço”

Agosto 18, 2020

Sérgio Guerreiro

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E se a culpa disto tudo, do estado disto tudo, da forma como isto tudo funciona for também nossa? Não haverá nada que possamos fazer ou estará mesmo nas nossas mãos fazer alguma coisa ? 
 
É óbvio que está. 
 
O estado de tudo isto e o estado a que isto chegou é também por culpa nossa, porque quando somos chamados a dizer alguma coisa com o poder de mudar também alguma coisa, ou está calor e vamos à praia ou está frio e ficamos em casa. 
 
Cerca de 51% dos Portugueses com capacidade eleitoral recusaram-se nas últimas eleições legislativas (Outubro de 2019) a exercer um dos mais importantes deveres cívicos e pelo qual muitos Portugueses lutaram e morreram. 
 
Em última instância, haverá para sempre uma enorme dívida de gratidão a todos esses Homens e Mulheres que morreram por uma causa maior com a esperança conseguida de uma “madrugada” que se “esperava limpa e inteira” para que hoje se possa dizer e escrever o que se pensa, e mesmo assim passados tantos anos, ainda somos devedores perante aqueles que conseguiram a tão precisa e preciosa liberdade. 
 
E hoje? O que fazemos dela?
O que fazemos do legado que nos foi deixado de poder exercer o direito de voto?
 
O estado a que isto a chegou e o estado para onde isto vai, também é resultado das nossas escolhas e quando escolhemos ficar em casa ou ir à praia no lugar de ir votar, exigir o que quer que seja, não dignifica a cidadania. 
 
O resultado de não votar, é por nas mãos dos outros uma decisão que é só nossa mas ao deixarmos que os outros decidam por nós estamos rasgar o papel de actor principal que temos enquanto cidadãos na construção de uma qualquer sociedade. O contrato social é rasgado e deitado à lareira.
 
Nunca poderemos saber se isto seria diferente e melhor, porque simplesmente muitos faltaram à chamada quando rasgaram o tal papel principal que lhes foi oferecido com muitos anos de esforço, de lágrimas e muitas mortes de muitos compatriotas.
 
O desenho parlamentar que hoje existe que a todos diz respeito e a todos afecta, é o resultado de uma escolha de uma só parte dos Portugueses, a outra parte, aquela que podia fazer a diferença, preferiu não dizer nada e permanecer no silêncio enquanto pratica agora exaustivamente a arte do “ reclamanço” à mesa do café com os amigos a discutir sobre os impostos a pagar, do aumento dos combustíveis, dos tachos para os “ boys”, ou da consulta de oftalmologia que está marcada para novembro de 2021.
 
Reclama-se dos excessos, dos extremos, da direita e da esquerda. 
 
Podemos até culpar quem manda nisto tudo pelo estado a que isto chegou, mas se não fizermos uso da maior “arma” que temos nas mãos, de pouco nos valerá continuar na esplanada do café a ler os jornais e ficar espantado com tudo isto... mas sempre a reclamar. 
 
Abdicando cada um nós do dever cívico que temos e da sua extrema importância, eles vão continuar a mandar nisto tudo, a fazer o que quiserem disto tudo, e a “vender” todos os dias sonhos de um futuro sempre melhor que tarda a chegar.
Mas nós reclamamos e bebemos mais uma mini. Se acabar as minis, aí é que ficamos mesmo chateados.
 
A nossa cidadania deve exercer-se sempre e nas suas mais variadas formas. 
 
Votar é sem duvida o exercício maior da pratica dessa cidadania e nega-lo, é negar a construção ou a sua tentativa, de criar uma sociedade mais justa e mais equilibrada que vá ao encontro dos nossos princípios e desejos; em suma, negar o exercício pleno dos nossos direitos de cidadania é consentir que tento esse direito, não há interesse em fazer parte de uma solução para a construção de um outro tipo de sociedade deixando para os outros esse ónus. 
É certo que a lei portuguesa não obriga ao voto, o mesmo é dizer, que há liberdade de não votar, ou seja, de não participar na democracia. Mas pode-se por enquanto ainda reclamar. 
 
É através do voto, desse ainda maior bem e dever cívico, que se escolhe a composição do Parlamento que seria totalmente diferente daquilo que é hoje se todos Portugueses ou a sua grande maioria exercessem esse dever e esse direito ao qual são chamados.
 
Ao continuar assim, com cerca de mais de metade dos Portugueses a ficarem em casa se fizer frio ou a ir à praia se estiver um belo dia de sol no dia de eleições, corremos o risco de continuar a reclamar, porque nisso somos realmente também muito bons. Já sabemos que pouco interessa ao Estado promover medidas e políticas para evitar que a abstenção possa crescer, como por exemplo, não ter que ir votar ao domingo ou disponibilizar o voto electrónico porque é possível que os valores da abstenção sejam confortáveis e convenientes a alguém. 

Mas para a verdadeira democracia que hoje anda “fingida” e para a construção de um Pais para o qual todos somos chamados a participar, a abstenção daqueles que só reclamam, é só mais um cancro a vencer no meio de tantos outros que por aí vão chegando igualmente perigosos, vazios de conteúdo e de ideias, vazios de soluções mas cheios de ânsia de chegar ao poder “ travestidos “ de democratas que mandam calar alguns com igual direito e dever de opinar, exigindo a esses o dever de se calarem, e é contra isto que devemos claramente dizer que em democracia a opinião é livre quer se goste ou não dela. 
Quem realmente manda nisto tudo, quem verdadeiramente pode mudar isto tudo, somos nós e se somos bons em muita coisa também deveremos ser bons em mostrar inequivocamente que tipo de sociedade queremos e para onde queremos ir, mas se 51% dos Portugueses não sabem o que querem, então terão que se aguentar com a escolha que os outros fizeram. 
 
Agora, reclamem. 

As mulheres também gostam de ter orgasmos!

Agosto 05, 2020

Sérgio Guerreiro

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Todos sabemos que as mulheres por vezes fingem ter orgasmos e nós homens nem damos por isso ou então não queremos dar. Mas a culpa até pode ser nossa. 

As razões pelas as quais as mulheres fingem ter atingido o clímax podem ser várias, mas uma delas é para não nos desapontar e para ficarmos mais descansados, porque afinal ela até gostou, mas o gostar é uma coisa, ter um orgasmos ou vários, é outra.
 
Acho que as mulheres gostam de recordar a era da adolescência, daquela altura da descoberta, do toque misturado com o medo quando os nossos dedos percorriam os segredos mais íntimos de todose quando a pele tremia e os olhos ficavam virados do avesso. 
 
As mulheres gostam dos nossos dedos e da nossa boca a mergulhar na pele e por dentro dela, gostam, que nós homens, possamos sentir que estamos no caminho certo para o quase obrigatório coito, mas não é obrigatório essa parte, para muitas mulheres até  é dispensável mas é aceitável de bom agrado porque pode ser a nossa “recompensa”.
 
Mas há que inovar. 
Há que voltar atrás no tempo e provocar. Provocar sensações e ficar por vezes sem fôlego  numa sala de cinema por debaixo da saia ou das calças, seja lá o que for. Há que pedir um duche a dois e deixar a água a correr enquanto nós homens lhes lavamos as costas e vamos andando à descoberta de mais uma nova curva, há que parar o carro numa estrada qualquer longe de vistas alheias, e fazer amor ali mesmo. No fundo, voltar a ser virgem outra vez. 
 
Se antes o carro era a cama perfeita porque não tínhamos casa própria, agora que a temos não é preciso fazer sexo só lá. Há que recordar outros tempos e fazer sentir outra vez os olhos revirados e a pele a tremer. 
 
As mulheres também gostam de posições novas, de inovar, de sentir que nós homens trabalhamos naquele momento só para elas e para descobrir aquele ponto fraco sem que elas nos digam nada para não cairmos na tentação do marasmo e da rotina. Elas não são diferentes de nós. 

Será que nós homens queremos fazer sexo sempre na mesma posição e da mesma forma? Não. Nem nós nem elas
 
O relógio no feminino pode não estar muitas vezes certo com o masculino, mas elas também têm vontade de fazer sexo tal como nós e possivelmente mais vezes do que julgamos. Às vezes elas gostam mais forte, outras menos, outras rapidamente antes que alguém entre na casa de banho do restaurante ou antes que a porta do elevador se abra. 
 
E a falta de sexo bom e agradável, pode levar à traição por partes delas? 
Claro que pode. Nós fazemos o mesmo e elas são só iguais a nós. Nada é mais frustrante, na minha opinião claro está, do que não dar prazer ao outro. Não é brincar ao prazer, é dar continuidade ao prazer.

Elas precisam e gostam também de ter orgasmos tal como nós homens. 
 
Para que elas parem de fingir e nós ficarmos a pensar que até somos bons na cama, não podemos  adormecer depois de fazer sexo. Temos que fumar um cigarro e conversar. Conversar muito sobre sexo, sobre as fantasias de cada um tem e vão ver que é possível melhorar e descobrir que afinal não somos tão bons na cama como poderíamos pensar. 
 
Perguntem no fundo o que elas gostam e como gostam e certamente vão ouvir : “quero ter um orgasmo a sério”.

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