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Melhor Política

Melhor Política

Foi preciso isto ?

Sérgio Guerreiro, 07.04.20

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Foi. Foi preciso isto tudo acontecer para percebermos muita coisa. Foi preciso isto tudo acontecer para ficarmos longe e sentirmos qualquer coisa de estranho nunca antes sentido. Talvez agora se chore mais. Talvez agora se leia mais, talvez agora haja mais silêncio. Foi preciso isto tudo acontecer, para sentir a falta que faz um “bom dia” um abraço ou simples aperto de mão. E agora o aperto é mesmo cá dentro e não é na mão. A saudade do mundo lá fora, do cheiro da rua, da estrada e da chuva, o cheiro do trânsito, do apito do condutor de trás porque o verde está mesmo mesmo a cair, mas  ainda não caiu. 
Foi preciso isto tudo. 
Era tudo tão simples antes, é tudo tão estranho agora. 

Foi preciso isto tudo, para dar valor às pequenas coisas que antes, bem...que antes ninguém via ou sentia. Agora, o destino chamou-nos a sentir, chamou-nos a olhar e a aprender tudo de novo outra vez. Trocaram-nos as voltas da vida. E a vida agora, parece que parou. Parece que os dias não passam quando todos os dias dizíamos que tudo passa tão pressa e quase já é natal outra vez. Mas agora a vida, com as mesmas horas de antes, talvez nunca tenha sido tão vida como agora. Que tudo volte ao normal, que tudo seja igual a sempre, mas que tudo mude. Que tudo afinal seja diferente, pelo menos no nosso olhar, naquele cá dentro. Que aqueles que mandam nisto tudo saibam que nós vamos ser diferentes.  Que eles também sejam. 
Foi preciso isto ? Afinal foi.

 

#fiqueemcasa

Fernando Medina, o estivador.

Sérgio Guerreiro, 06.04.20

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Assim à primeira vista pareceu que Fernando Medina teria renunciado ao cargo de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, para nesta altura de crise pandémica, experimentar outras lides, a de estivador talvez, mas à segunda vista vemos logo que não por causa do fato e da gravata. Ser estivador assim vestido é provável que não seja cómodo. Está na foto junto com Jamila Madeira, Secretária de Estado Adjunta e da Saúde, e estes dois camaradas socialistas estão somente a fazer a sua pose política ao pé de um avião que chegou com material hospitalar ao aeroporto de Lisboa. O que faz um Presidente de Câmara nesta foto? Nada. Aproveita o momento para fazer campanha política. Daquela que não presta. Fernando Medina é também um socialista puro, e não engana ninguém a não ser uma ou outra associação desportiva a quem promete obras e que depois contrata empresas com falsos engenheiros e a coisa corre mal. Mas para a fotografia lá  está ele. Não mostrando, tenho a certeza que depois,  tirou o fato e a gravata e põs mãos à obra e  ajudou a carregar o material todo. E fez muito bem.

Os pagamentos por conta já são estúpidos e agora ainda são mais.

Sérgio Guerreiro, 04.04.20

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Sempre fui um acérrimo defensor de abolir os pagamentos por conta, seja em sede de IRC ou IRS. A medida de os suspender por agora e deferir no tempo o seu  pagamento não é igual ao de acabar de vez com esta estupidez. Os sujeitos passivos terão que o pagar mesmo que seja mais adiante. Vejamos: O pagamento por conta a pagar em 2020 em três prestações nos meses de Julho, Setembro e Dezembro tem por base o valor da colecta de IRC do ano anterior (2019). Isto quer dizer que, em Julho  (prazo suspenso) teria que liquidar a primeira prestação tendo em conta o que já afirmei atrás i.e, sobre a colecta de 2019 que será deduzido em caso de lucro apurado no exercício de 2020 em contas a entregar ao Estado em 2021 e em caso de prejuízo o Estado fará o favor de o devolver. Portanto o pagamento que as empresas estão obrigadas a fazer, é um pagamento sobre um presumível valor que irão ter. Em suma, vão adiantar euros ( que tanta falta fazem ) sobre algo que não se sabe muito como vai correr. Mas agora e neste momento difícil para todos, os empresários já sabem como vai correr, mas para governo parece que tudo nesta matéria é mais ou menos  igual. Já todos sabemos hoje, que o lucro, nomeadamente das micro e pequenas  empresas durante o corrente ano de 2020, já não é o esperado nem será, nem de perto nem de longe, nada parecido com 2019. Basta recordar ao senhor Mário Centeno que há muitas empresas que tiveram que fechar portas e a facturação nestes meses de Março e Abril foram ao fundo. E vamos ver daqui para a frente. Já percebem onde quero chegar certo? Já. Mas o Estado acho que não entendeu. Portanto seria da mais elementar justiça, adicionar às medidas já implementadas que, são meramente um empurrar “para lá” o pagamento de impostos, abolir para 2020 e de vez todos os pagamentos por conta, seja em sede de IRC seja em IRS. É que, não pagar alguns impostos, pelos menos aqueles que têm por base valores de exercícios anteriores, também é aliviar a tesouraria das empresas. Acho eu. Mas isto sou só eu a pensar assim naquela...Na parvoíce vá!

Até à próxima.

E agora? Agora vamos com calma (re)pensar!

Sérgio Guerreiro, 02.04.20

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Vai mudar tudo. O comportamento da economia depende do comportamento dos seus agentes. Do Estado à banca, das empresas às pessoas, tudo vai mudar. Habituámo-nos a uma forma de vida e de actuar. De trabalhar e de conviver, mas agora fomos obrigados, assim do nada e sem ninguém nos preparar, a mudar a nossa forma habitual de estar. A sociedade Portuguesa vai mudar, o papel da União Europeia  vai mudar, o mundo vai mudar. Os comportamentos vão  ser outros, as empresas podem mudar o seu esquema laboral pela experiência hoje adquirida por uma nova forma. Hoje, ao contrário de antes, os Portugueses não estavam habituados ao teletrabalho e as empresas podem retirar daqui uma nova abordagem e nivelar alguns custos, as escolas não aplicavam o sistema de educação à distância, as famílias por certo também não estavam preparadas para viver em conjunto durante tanto tempo. Tudo isto é economia e tudo isto tem implicações novas a todos os níveis. Tudo isto é política. Podemos daqui retirar lições. A primeira delas caberá ao Estado. É das crises graves que vemos as fragilidades de uma sociedade. E como tão frágeis nós somos enquanto Estado, enquanto sociedade. Vimos isso. Notamos isso de imediato. A burocracia parece ser ainda um pilar de betão armando que não há maneira de se derrubar. O Estado a partir de agora, tem o dever de derrubar para sempre este muro que nos  afecta em tempos de crise como esta que atravessamos . Desta grave crise económica e social que se aproxima, que se possa e que se deva retirar  as devidas lições para que na próxima crise,  que há-de chegar, se possa estar noutra dimensão, em outro patamar, agilizando questões práticas. E uma delas é importante. Legislar sobre tensão já sabemos que não dá resultado. E foi o que se fez. Legislou -se sobre medidas ( algumas certas, outras não) vezes sem conta, e em situações de Estado de Emergência, ou somos rápidos e eficazes ou perdemos a confiança e perdemos a cabeça sem saber o que virá de seguida. Legislou-se de forma não clara, como é costume já neste País. Temos que nos habituar a legislar claro com linguagem clara. Que se aprenda. Por favor que se aprenda. A banca que aprenda também. Que saiba que dela se depende neste e em outros casos como ela também depende de nós, e se banca se comportar da forma com até aqui, é possível que ela mesma se torne um problema e não parte da solução. O problema da banca é sempre em duas dimensões. O prejuízo por nós contribuintes suportado, e o lucro obtido por nós pago em comissões e juros em alturas como estas. A banca tem um papel social, que se aprenda a tê-lo quando é para ter... e deve tê-lo agora. E nós? Nós que aprendamos a olhar. A olhar para dentro de nós mesmos e nos interroguemos o que já demos e o que já fizemos, o que  contribuímos, mas com  tudo isto que vejamos um outro caminho e outra forma de humanidade e de comportamento social.

Agora, que todos possamos  aprender,  que podemos ser melhores e exigir mais e repensar o Estado pode ser um desafio difícil mas  é inevitável. 

Chegou a hora.

Não podemos ir à terra mas ele pode ir à Cristina, salvo seja!

Sérgio Guerreiro, 01.04.20

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Sair de casa? Não. Obviamente que não. Só para o que deve ser essencial, mas também não é preciso atravessar a ponte 25 de Abril para ir à Farmácia, mas para o nosso Primeiro Ministro, ir à casa da Cristina Ferreira é essencial. É essencial, desta vez não para fazer uma cataplana de peixe mas, porque com ou sem Estado de Emergência, António Costa está em constante campanha eleitoral. Isto já é vício, creio. O comum dos contribuintes, é assim que nos chamam, não pode ir à terra, não é essencial e bem. Custa, é uma verdade mas tem e deve ser assim. Mas também deveríamos ter um Primeiro-Ministro, que largue o vício das campanhas eleitorais .Custa eu sei ...Se é para falar aos Portugueses em alturas como estas que o faça em sede própria ou com jornalistas a sérios que lhe coloquem perguntas a sério. Não é altura para ir a casa de ninguém. Acho eu. Amanhã o Estado de Emergência é certamente renovado e as regras são para manter e “ quiçá” com medidas ligeiramente mais apertadas, sendo que, não faça como o Primeiro-Ministro. Fique em casa e fale com o seus amigos pela internet e assim.

Não é altura para ir a casa de ninguém. Eu cá não vou a lado nenhum e nem que a Cristina me convide. Um dia mais tarde “ quiçá”.

Fisco não garante a devolução do IRS em 11 dias

Sérgio Guerreiro, 31.03.20

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Arranca já amanhã , 1 de Abril, a entrega do IRS Modelo 3 para todas as categorias de rendimento. O prazo termina a 30 de Junho. Este ano e por razões de exceção o secretário de estado dos assuntos fiscais, António Mendonça, já afirmou que quer manter os prazos de reembolso em 11 dias (tempo médio) mas o governo opta agora pela cautela não se comprometendo com o reembolso esperado pelas famílias agora que pelas circunstâncias que se atravessa dava um jeitão do caraças. Mas sinceramente não conte muito com isso porque se está à espera de receber aquilo que já  pagou durante o ano de 2018 em datas como em anos anteriores aconselhamos a baixar as expectativas. Prevendo-se uma grande afluência já amanhã no portal das finanças, é normal que não consiga aceder, mas também não deixe para 30 de Junho às 23H50M. Desmoralizando os contribuintes portugueses, pelo sim pelo não, António Mendonça já avisou. Fica a dica.

 

Foto de José Fernandes, expresso

Sem receitas mas com dívidas. Empresários à beira de um ataque de nervos.

Sérgio Guerreiro, 31.03.20

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Manter hoje uma empresa é um exercício cada vez mais doloroso de praticar tendo em conta as medidas de apoio que hoje o Estado põem ao dispor. Entre manter e fechar, muitas empresas pensam duas vezes no que fazer. E na minha opinião, até pela experiência que vou adquirindo, infelizmente muitas preferem não arriscar e fecham portas. Não acedem ao “layoff” e não acedem às linhas de crédito, porque elas são só e meramente um empurrar com a barriga um problema que mais à frente não se sabe como resolver. As empresas não podem nem tem capacidade para assumir mais dívida porque ela tem que ser paga mesmo que seja mais lá para frente. Isto porque hoje, temos uma classe de empresários que ao contrário do que o Estado pensa, sabe bem fazer contas e tem  bons parceiros  de negócio em aconselhamento técnico e jurídico. Não há milagres. Assumir dívida que é certa sem perspectivas de receita que a possam cobrir, é a questão que hoje se coloca a todos os empresários. Estamos numa situação de emergência e com contornos nunca antes vistos, vivemos horas extraordinárias que não são acompanhadas de medidas adequadas e também elas deveriam ser extraordinárias. O custo desta linha de crédito é exorbitante e incomportável. Portugal é como todos sabemos, um país vulnerável, já passamos por crises financeiras que levaram a uma grande austeridade e mais uma vez podemos prever  mais uma. A  austeridade pós pandemia covid19. O facto de se suspender encargos, tais como rendas e financiamento, impostos e outras, é só isso mesmo, suspender. Mais lá à frente tudo isto tem que se pagar. Juntando a tudo isto uma dívida a contrair nos moldes em que está desenhada, leia-se linhas de crédito no âmbito da pandemia, então o risco é enorme e as empresas sabem-no. A receita para cobrir a despesa é o dado que falta e é incerta. Mas certa certa é a dívida. Solução? Irei discuti-la na próxima sexta feira dia 3 de Abril a partir das 22, com quem sabe da poda melhor que eu, em instragram live. (@sergiomcguerreiro) siga e ouça.

 

É sócio gerente ? Para este governo você não tem contas para pagar a terceiros.

Sérgio Guerreiro, 30.03.20

8649FF0B-9CAD-4BFE-90F4-89B9E8B67B9C.pngVocê afinal é rico e não sabe e para este governo é possível que você tenha um amigo que pague as contas da sua casa; a água, a luz, a comida, os seguros, a renda da casa e por aí fora. Isto porquê? Porque o regime de “layoff” simplificado, não contempla (mal) a sua situação de sócio gerente como funcionário da sua empresa que legalmente é aquilo que é. Imagine, e não é preciso imaginar muito porque há bastantes, micro empresas familiares em que os cônjuges são os sócios gerentes dessas pequenas empresas. Já imaginou ? Então para eles, não há “layoff” simplificado nenhum. Descontam para a segurança social tal como os outros, sendo que fiscalmente são considerandos como trabalhadores dependentes. Dependentes de quê ? Da empresa que têm, porque é dali que sai o seu rendimento para o sustento da sua família.  Descontam tal e qual como os outros funcionários exactamente com a mesma taxa para a segurança social (11%). Esta visão que o Estado tem dos seus empresários, é sintomático da falta de respeito por eles. Se por ventura e em alguns casos os gerentes podem auferir de um subsídio de desemprego, caso a sua empresa tenha cessado a sua actividade por motivos justificados, agora que algumas empresas  foram obrigadas administrativamente a encerrar a sua actividade os sócios gerentes se quiserem comer como os outros, que peçam... Já sei que vem aí uma tal esquerda dizer que os empresários não precisam nada disto, que fogem ao fisco e mais não sei o quê. Mas é bom que se conheça uma coisa,  pequeníssima  é certo, mas que se chama de realidade e é sobre ela que escrevo aqui,  dirigindo-me às micro entidades. Este critério de optar por não incluir os sócios gerentes em “layoff” simplificado não foi acautelado pelo governo. Razão ? Não há explicação para tal. Há neste momento muitas micro empresas em que os únicos membros dos órgãos estatutários são cônjuges, só vivem do rendimento que dali podem auferir. Se a empresa fechou, não factura, não vende nem recebe, eles vão viver de quê?

Para pagar, estão cá. Para receber, o governo diz-lhes, amanhem-se!

Por isso, sempre escrevi e sempre direi, que há que olhar de forma diferente para as micro empresas e pequenas entidades porque estas vivem numa realidade diferente. Mas também pagam como as outras...

 

Estou em crer que isto vai lá... mas só à base da estalada!

Sérgio Guerreiro, 28.03.20

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Portanto, há quem tenha que atravessar a ponte 25 de Abril para ir à farmácia. Há quem tenha que levar um salutar par de bofetadas, acho eu, porque isto é só mesmo uma grande boçalidade, ruralidade, bacorada, cacaborrada etc. Só a polícia a dar um “chega para lá” nisto, creio ser coisa pouca. No passado sábado foi o que vimos no norte do país, hoje a malta mais a sul não quis ficar atrás e cá vai disto. É preciso mais uma vez e repetidamente dizer, que assim a coisa não vai lá, e com legitimidade dizer, que isto é um acto quase criminoso. Portanto há profissionais de saúde sem meios, cansados, sem poder estar com as famílias que dão tudo por tudo nesta fase de aflição. Há neste País ainda gente séria que está mobilizada para acudir a todos e sabe lá Deus como, e depois há malta que atravessa a ponte 25 de Abril para ir a uma farmácia. Epá. Vão bardamerda. É assim. Ou ficam mesmo em casa e a gente safa-se ou então vamos todos com os porcos por causa de pessoas como vocês... assim não gente que atravessa a ponte 25 de Abril para ir farmácia que por acaso fica ali ao pé da praia na Costa da Caparica. A continuar desta maneira estou em crer que a resolução disto vai ser mesmo à base da estalada.

Porra é difícil entender que é para #FICAREMCASA?

Frente Comum .”Não aceitaria a INEXISTÊNCIA de aumentos salariais”. Mas que disparate vem a ser este?

Sérgio Guerreiro, 26.03.20

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Com um cenário de enorme incerteza que paira no ar sobre o futuro de milhares de Portugueses com despedimentos a fazer sombra nas suas vidas sem saber se amanhã podem garantir o futuro aos seus, com milhares de micro empresas e pequenas empresas a temer o pior com um elevado risco de fechar portas, com projeções económicas em todo o mundo que são tudo menos agradáveis e Sebastião Santana que veio substituir Ana Avoila na direção da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública tem a piada do mês e diz isto: “ não aceitaria a INEXISTÊNCIA de aumentos salariais” e diz mais “ diz  esperar “ bom senso” por parte do governo. E quando é que este dirigente afirmou isto? A 20 de março quando questionado se a ameaça do coronavírus poria em risco os aumentos no futuro nos funcionários do Estado. Se isto que acabei de escrever e confirmar e ler e reler me tivesse sido contado, confesso que não acreditava.

Agora aqui vai uma mensagem de “esperança “ para o dirigente da Frente Comum. Meu caro Sebastião Santana. Não sei se o senhor sabe, mas a partir de agora o País e o mundo vão mudar. O esforço financeiro do Estado, leia-se, de todos nós,  vai ser novamente o apertar do cinto, vamos todos a partir de agora reconstituir o País como só nós sabemos fazer, e sim, com muito suor e talvez algumas lágrimas. A partir de agora todos mas todos nós, temos a consciência de que isto não vai ser fácil, todos menos vexa, porque agora o que o senhor deseja é dizer que " não aceitaria a não inexistência de aumentos. E Vexa pede mais, pede  “ bom senso”.  Tenha é o senhor o bom senso de ficar por agora calado e de não dizer disparates. Andamos todos de cabeça perdida sem garantias de nada, e vexa agora vem  brincar com os milhares de Portugueses à beira de um ataque de nervos? 
Eu não sei o que senhor anda fumar, mas ponha lá mais tabaco nisso. 

Aceite os meus mais respeitosos cumprimentos,

Ao dispor de Vexa

Sérgio Guerreiro